Viragem

e5b4277d6f99fd143959a85d6611967976ce9464Era 31 de dezembro e ela não sabia o que fazer. Olhava para trás e chorava.

Sentada em seu sofá, em sua sala escura, os pisca-piscas de Natal dos vizinhos eram as únicas luzes que alcançavam seus olhos embaçados.

Suas lágrimas desciam ao sabor misto da alegria e da angústia. Alegria porque, é claro!, passou o ano inteiro com saúde, não podia reclamar.

Mas a angústia lhe acometeu porque as metas que ela havia traçado no ano anterior não foram cumpridas.

Foram 365 dias de oportunidades, mas nada aconteceu!

O papel no qual ela listou seus planos era meio amarronzado com umas flores vermelhas nas bordas. O título era ‘Para se cumprir’ e ao lado estava ‘2014’.

A lista não era grande, mas os dias se passaram e ela nada mais fez que ficar sentada em sua comodidade, esperando que as coisas acontecessem de repente. Nada mudou em sua rotina. Ela não mudou!

Sua distração favorita era rolar as timelines das redes sociais para enxergar a alegria e as conquistas dos outros – afinal, na internet só se vê gente feliz e de bem com a vida. Isso a deixava ainda mais alheia a tudo.

Ao longo do ano, quando saia de casa, vestia uma máscara que lhe escondia bem as verdadeiras sensações.

Justamente por isso que a angústia lhe invadiu o coração. Ela olhava pela janela e o brilho dos dias não lhe convidavam, preferia, no entanto, fechar os olhos e apenas idealizar. Pobre menina, esqueceu-se de viver.

Todas essas lembranças se misturavam em sua mente agitada e por isso chorava. O que a havia deixado tão sem vontades assim?

É verdade que a vida já lhe quebrou as expectativas várias vezes, mas isso não é motivo para estagnar-se. A vida passa e não espera, é preciso acompanhá-la.

O relógio marcava 23 horas e 50 minutos.

Rapidamente ela se levantou, enxugou as lágrimas, pegou o papel amarronzado do ano anterior, leu, releu e refez suas metas. No lugar de ‘Para se cumprir’, colocou ‘Vou me esforçar para…’ e, abaixo, listou coisas novas.

Ao final de sua pequena lista, colocou os seguintes dizeres:

‘Pois em ti está a fonte da vida; graças à tua luz, vemos a luz.’ (Salmos 36:9)

Assim, respirou fundo e estava se sentindo mais confiante para o próximo ano, para se esforçar por suas metas. Em Deus estava a sua fonte, então, bastava-lhe viver dEle.

O relógio marcou meia noite. Ela abraçou 2015 com tudo!

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* Viragem: s.m. Ato ou efeito de virar(-se). Mudança de direção dos automóveis.
Fotografia. Operação que consiste em modificar a tonalidade das provas, passando-as por diversos banhos.

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A Primeira Flor

Minha mãe, sempre carinhosa com as pessoas que conhece, nunca deixa de ligar para parabenizar no dia do aniversário. Cresci ouvindo ela dizer pelo telefone “e aí, está colhendo mais uma flor?! Estou ligando para te dar os parabéns…”

Sabe, isso me marcou. Até hoje — a cada ano — me imagino colhendo uma flor, mais um ano de vida. E mais, como minha imaginação não tem limites, me imagino num jardim perfeito, com o dia ensolarado; eu com vestido camponês, chapéu, e uma cestinha na mão esquerda enquanto a mão direita colhe a bela flor.

Nesse jardim tem flores de várias cores e perfumes diferentes. Só posso dizer que é lindo!

Hoje não é o meu aniversário (o meu é dia doze), no entanto, hoje é um dia duplamente especial para mim. Primeiro porque o Diário está completando seu primeiro ano de existência (leia o primeiro post aqui). E segundo, porque hoje completo sete meses de namoro. É ou não é um dia especial?

Dias atrás estava conversando com a minha mãe e juntas estávamos fazendo uma “mini” retrospectiva de 2012. Percebemos, então, o quanto esse ano passou rápido e o quanto Deus permaneceu fiel e cuidadoso. Isso é muito bom!

O Diário me faz tão bem. Sempre que preciso desabafar, corro para montar um texto, isso faz com que eu me sinta melhor. Escrever é uma das formas mais lindas que encontrei para aprender mais com Deus. Consigo organizar melhor meus pensamentos, e assim registrar as lições que aprendo com as circunstâncias do dia a dia.

Conheci muitas pessoas legais através do blog. Tenho um carinho enorme por cada leitor, e amo os comentários de incentivo que recebo. Oro para que Deus me capacite mais e mais, para que cada pessoa que vier aqui possa sair mais abençoada.

Como eu já disse, compartilho aqui meu modo simples de enxergar as coisas.

Sou cheia de dúvidas, indecisões, incertezas, e vontade de aprender sobre Deus e sobre a vida. Não me leia como quem lê um jornal de notícias, leia-me como quem lê palavras soltas: às vezes com sentido, às vezes, não.

Agradeço de coração a cada um que me acompanha por aqui, pelo Twitter e/ou pelo Facebook. Obrigada, obrigada mesmo! Que esse seja apenas o começo, até porque [em tudo] sou aprendiz.

FELIZ PRIMEIRO ANO DO DIÁRIO PARA NÓS!

Com [muito] carinho,

Hoje!

Acordar cedo tem me feito muito bem. Já sair logo pela manhã nas ruas para caminhar, ainda na companhia da minha mãe, tem me renovado diariamente.

Hoje eu acordei normal; sem muitas expectativas, sem desânimos, somente normal.

Mas aconteceu algo engraçado! Sonhei que estava compondo, e acordei ouvindo “minha música”. Lembro-me que a letra dizia:

“Quero ser feliz, feliz…” ♪

Num ritmo bem animado, eu dançava no sonho (risos!).

Ah! E quem não quer ser feliz, né? Bem clichê essa “minha composição”, no entanto, logo cedo isso me provocou sorrisos.

Acordei bem assim hoje: coração tranquilo, alma leve, mente livre, sem pendências… caminho aberto para um relacionamento mais profundo com Deus.

Quero ser feliz, hoje!

Até porque, pra mim, a felicidade está nos joelhos dobrados, nas mãos entrelaçadas, nos olhos fechados, na lágrima (que é a expressão do coração inalcançada pela palavra); E no suspiro, que também exprime o que está preso do lado de dentro.

Essa felicidade permanece e faz bem, essa não é clichê.

Em dias normais, como hoje, é que mais sinto a bondade e o amor de Deus. Não quero pedir nada, não quero me queixar de nada, quero apenas estar com Ele, passar o dia ao Seu lado, e ser feliz.

 

Uma nova motorista

Não sei qual foi o nível de dificuldade, mas eu levantei. Após uma noite inteira me remexendo de um lado para o outro, como se a ansiedade estivesse brigando (ou brincando) com a minha tranquilidade. Mas, de madrugada? Isso são horas para brincadeiras, ou brigas?

Seja lá o que for, amanheceu. Peguei o celular e na tela estava escrito: 08:13. Tudo bem, ele despertaria às 08:15. Sono era tudo o que eu tinha. Ah! E vontade, claro, de ficar na cama.

Havia um compromisso para aquele sábado de manhã. Depois de duas tentativas frustradas aquele dia poderia ser diferente. Desde janeiro eu estava nessa jornada que precisava ser cumprida. Aliás, eu tinha exatamente um ano para cumpri-la.

Enfim, tomei meu banho. Daqueles que costumamos dizer que “lavam a alma” para ver se eu acordava de verdade. Agradeci por mais um dia, e pela terceira oportunidade de conquistar esse sonho. Ergui a cabeça e decidi que queria mesmo, naquele sábado, concluir a tal jornada.

Após muitos minutos de espera o carro chegou. Vermelho, quatro portas e com um detalhe amarelo em volta. “Ufaa!”. Suspirei de alívio ao olhar para o celular e descobrir que ainda estávamos dentro do horário. Tudo indo bem. “Ainda bem!”.

– Bom dia, gente!

No carro havia mais duas moças e o motorista. Respirávamos o mesmo ar. Estávamos todos ansiosos e acredito que com medo também. Que sensação horrível. Minhas pernas pulavam de forma involuntária. Como se eu estivesse ligada na tomada, meu corpo tremia em choque.

A verdade é que eu precisava do meu corpo estático. Eu fazia de tudo para parar a tremedeira, mas não funcionou. Então tentamos um assunto no carro para aliviar toda aquela tensão. Falível a tentativa. O assunto era consumido pela quantidade de ansiedade presente no momento.

Chegamos ao nosso destino. Meu coração, conversando silenciosamente com Deus, pedia calma e paz. Ao ver uma fila de carros, cada um de uma cor, mas todos com o detalhe amarelo, minha mente deu um nó. E olha que ali ninguém estava competindo nada com ninguém. Meu maior adversário era meu próprio medo.

De roupa social, gravata, óculos escuros e papéis nas mãos. Assim passavam as duplas que estavam naquele local. Estremeci! Saímos do carro e procuramos uma sombra. Ao se aproximarem dois desses homens, comecei a tremer. “É agora!”.

– Bom dia! Tudo bem, gente? Quem vai ser a primeira?

A ordem foi resolvida no caminho. Eu seria a segunda. Enquanto a primeira passava por aquele momento, eu conversava com a terceira (e meu coração continuava com as petições). Em cinco minutos ela estava de volta.

Chegou a minha vez. Terceira chance. Poderia ser a última, ou apenas mais uma. Eu ansiava que fosse a última. Mas, tudo tem seu tempo e isso eu havia compreendido.

Entreguei meus documentos. Ajustei o banco, os retrovisores e puxei o cinto. Coloquei as duas mãos no volante para me certificar de que estava tudo bem antes de ligar o carro.

– Já casou?

Acredito que minhas duas alianças provocaram uma dúvida naquele moço alto de cabelos brancos e óculos escuros. Aquela pergunta soou como “fique tranquila, vai dar tudo certo!”, a tremedeira sumiu. Eu estava pronta, pronta para completar minha jornada naquele sábado.

Liguei o carro, coloquei a primeira marcha, abaixei o freio de mão, sinalizei, olhei para fora e comecei o meu tão temido: terceiro exame de direção veicular.

Fiz exatamente o mesmo trajeto que havia feito no primeiro exame. Creio que para provar para mim mesma que minha primeira tentativa poderia ser – de fato – superada.

Viramos à direita, seguimos e viramos à direita de novo. Ao subir o morro fui orientada para realizar um “controle de embreagem”. Nessa hora eu não podia tremer, não mesmo. Toda a concentração do meu corpo se localizava no meu pé esquerdo.

– É isso aí, parabéns, menina!

“Ufaa!”, respirei aliviada.

O moço do cabelo branco que estava ao meu lado era simplesmente um moço comum. Dispunha de poderes devido ao seu cargo na sociedade, mas, também, dispunha de uma simpatia inigualável. Não imaginei que seria assim. Fiquei tão tranquila, meu coração sorria calmamente.

Depois de concluída a primeira parte desse desafio, fui encarar a segunda. Esperei por volta de trinta minutos. Eu precisava manter a calma, confesso que não foi difícil.

Quando chegou a minha vez, eu sabia que em cinco minutos eu poderia ter meu sonho realizado, ou não. Entreguei novamente meus documentos e ajustei o que tinha que ajustar.

– Tathiana com “h”?

Pronto. Mais uma pergunta metafórica. Eu sabia que ela significava a mesma coisa daquela outra (“Já casou?”). Fiquei mais tranquila do que já estava.

Ao terminar a manobra de colocar o carro entre os cones, ouvi o moço me pedindo para desligar o carro, pois eu estava aprovada.

“Glória a Deus!”, foi o que consegui falar. Saí do carro em lágrimas e com o papel nas mãos com “duas” aprovações (por causa das duas etapas do desafio). Mais do que depressa peguei o celular para avisar àqueles que estavam almejando essa realização junto comigo.

Que alívio foi poder acordar na segunda-feira sem a preocupação de ter aula de direção. Que felicidade é ter um sonho realizado.

Só quem ‘reconhece o Senhor em todos os caminhos’ (Pv. 3:6) sabe o que é aprender e ter experiências com Ele antes de uma conquista.

‘Porque dEle e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém.’ (Romanos 11:36)

Com carinho,

Eu sou casa!

Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos? (1 Coríntios 6:19)

Para que a casa seja um ambiente agradável de se estar, e que tenhamos prazer nela, é preciso que esteja limpa, organizada e cheirosa. Ninguém gosta de lugar sujo, com cheiro ruim e bagunçado; é desagradável! Da mesma forma acontece com o Espírito Santo de Deus, somos Sua casa. Já parou para pensar na grande responsabilidade disto? Mas, além de responsabilidade, é um verdadeiro privilégio conviver com esse Tesouro que nos consola.

Por mais que a semana seja corrida e haja muitas tarefas para realizar, sempre que há tempo “livre”, aproveito para arrumar as coisas. Ao ver objetos fora do lugar, procuro guardá-los. Quanto mais ajeitada estiver a casa, melhor, não é mesmo? No entanto, sabemos que ela nunca estará completamente perfeita, frequentemente haverá o que arrumar, reformar e/ou ajeitar.

Acredito que o Espírito Santo nos veja da mesma maneira. Ele sabe que habita em um lugar imperfeito, marcado por desobediência e rebeldia. Porém, o desejo dEle é que essa casa esteja, no mínimo, “habitável”.

Meus últimos textos foram sobre sabedoria (e/ou lições que aprendi com o livro de Provérbios, que estou lendo atualmente), e dois versículos do capítulo 24 chamaram minha atenção. Então Deus colocou esse tema no meu coração, sobre Sua casa: nosso corpo.

Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável. (Provérbios 24:3-4)

Creio que no momento em que isso foi escrito, essa casa se referia a uma casa de verdade (como as nossas). No entanto, quando li, imaginei essa casa sendo o meu corpo. E é aplicável. É quando nos comportamos com sabedoria ao vestir, falar, agir… que construímos um lugar habitável para o Espírito Santo. Ao discernirmos o que é bom e o que é ruim, edificamos esse lugar. Através do conhecimento [de Deus], todo o nosso corpo é preenchido por coisas boas. Sendo assim, o Espírito Santo sentirá prazer habitando em nós.

É de extrema importância cuidarmos do nosso corpo! Como Paulo nos disse em 1Coríntios 6:19 (acima), não somos de nós mesmos, e sim do Senhor. Logo após ele continua dizendo: ‘Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês.’ (1 Coríntios 6:20).

Vale a pena parar e pensar nisso; parar e refletir se realmente estamos cuidando bem de nós mesmos, ou seja, se a casa está organizada para que o Espírito Santo more. E, também, se estamos glorificando a Deus com o nosso corpo, ou fazendo dele algo que desagrada a Deus. Sabedoria sempre! Se preciso for, se bater dúvidas, perguntemos ao Espírito Santo se estamos Lhe agradando.

Valorizemos o Deus glorioso [maravilhoso, grande, poderoso, lindo…] que escolheu viver tão próximo, escolheu viver em nós!

  • Deixo aqui uma música que se relaciona muito com tudo isso:

Casa – PalavrAntiga

Deus preferiu essa carne, não quis os templos que eu posso construir com minhas mãos.
Me fez casa, eu sou morada; Lugar de Deus! Que não está lá fora, mas sim, mora dentro de mim. Abri a porta e Ele entrou em casa. Estou em obras. Essa morada um dia será perfeição!
Deus preferiu essa carne, não quis os templos que eu posso construir com minhas mãos, não! Me fez casa, eu sou morada; Lugar de Deus! Que não está lá fora, mas sim, mora dentro de mim. A minha janela são estes olhos que brilham, uma coisa ela mostra: quem a ilumina é o meu Amado; Mudando as coisas de lugar dentro de mim, dentro de mim…

Eu sou casa, lugar de Deus! Ele habita em mim!!!

Lá fora é frio; Lá fora é medo; É alto de monte; Deserto, vazio… Morando em mim, Tu me aqueces, me ensina a ser livre; Santo Espírito me enche de alegria! ♪

Com carinho,

Deus está comigo!

Hoje pela manhã, estava estudando a lição da Escola Bíblica Infantil da Igreja na qual congrego. As crianças acabaram de aprender sobre Moisés e sua trajetória (desde o seu nascimento, até a sua morte). E agora, aprenderão sobre Josué.

Então, meditei neste trecho:

Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem sucedido por onde quer que andar. Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem sucedido. Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Josué 1:7-9)

Josué recebeu a missão de ‘substituir’ Moisés (que libertou o povo do Egito e o guiou pelo deserto). Talvez, aos seus olhos, aquilo era impossível. No entanto, foi Deus quem lhe chamou.

Deus conhece as nossas fraquezas, assim como conhecia as de Josué. Por isso, antes de qualquer coisa, o Senhor lhe pediu força e coragem. Mas, Ele não simplesmente pediu, o próprio Deus fortaleceria Josué e lhe encorajaria, sempre que necessário.

E, logo depois, disse para que Josué obedecesse TODA A LEI — e não se desviasse dela. Aqui está a importância de se submeter aos ensinamentos de Deus. Pois é através da Sua palavra que o conhecemos, para que nEle possamos confiar.

Além disso tudo, o Senhor ordenou que Josué pregasse a Palavra, paralelamente ele precisaria meditar nela, porque só falamos com propriedade daquilo que conhecemos. Deus nos chama para um relacionamento profundo com Ele, que é possível através da Bíblia e da oração.

Por fim, Deus pede a Josué que não desanime, porque Ele jamais o abandonaria, e estaria com ele por onde ele fosse. Assim é comigo e com você! O Senhor não nos abandona; Ele está conosco o tempo todo, por mais que não percebamos.

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O que aprendemos com isso para a nossa vida hoje? Que por maiores que sejam as nossas fraquezas, Deus nos pede (e nos dá) força; e por maior que seja a nossa covardia, Deus nos quer pessoas corajosas. Para que tenhamos essas duas virtudes, precisamos meditar na Palavra de Deus e obedecê-la.

Com força, coragem e confiança em Deus, seremos capazes de falar do Seu [precioso] amor para quem está à nossa volta.

Sejamos fortes! Sejamos corajosos! Não desanimemos, pois DEUS está conosco.

Com carinho,