Deus está comigo!

Hoje pela manhã, estava estudando a lição da Escola Bíblica Infantil da Igreja na qual congrego. As crianças acabaram de aprender sobre Moisés e sua trajetória (desde o seu nascimento, até a sua morte). E agora, aprenderão sobre Josué.

Então, meditei neste trecho:

Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem sucedido por onde quer que andar. Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem sucedido. Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Josué 1:7-9)

Josué recebeu a missão de ‘substituir’ Moisés (que libertou o povo do Egito e o guiou pelo deserto). Talvez, aos seus olhos, aquilo era impossível. No entanto, foi Deus quem lhe chamou.

Deus conhece as nossas fraquezas, assim como conhecia as de Josué. Por isso, antes de qualquer coisa, o Senhor lhe pediu força e coragem. Mas, Ele não simplesmente pediu, o próprio Deus fortaleceria Josué e lhe encorajaria, sempre que necessário.

E, logo depois, disse para que Josué obedecesse TODA A LEI — e não se desviasse dela. Aqui está a importância de se submeter aos ensinamentos de Deus. Pois é através da Sua palavra que o conhecemos, para que nEle possamos confiar.

Além disso tudo, o Senhor ordenou que Josué pregasse a Palavra, paralelamente ele precisaria meditar nela, porque só falamos com propriedade daquilo que conhecemos. Deus nos chama para um relacionamento profundo com Ele, que é possível através da Bíblia e da oração.

Por fim, Deus pede a Josué que não desanime, porque Ele jamais o abandonaria, e estaria com ele por onde ele fosse. Assim é comigo e com você! O Senhor não nos abandona; Ele está conosco o tempo todo, por mais que não percebamos.

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O que aprendemos com isso para a nossa vida hoje? Que por maiores que sejam as nossas fraquezas, Deus nos pede (e nos dá) força; e por maior que seja a nossa covardia, Deus nos quer pessoas corajosas. Para que tenhamos essas duas virtudes, precisamos meditar na Palavra de Deus e obedecê-la.

Com força, coragem e confiança em Deus, seremos capazes de falar do Seu [precioso] amor para quem está à nossa volta.

Sejamos fortes! Sejamos corajosos! Não desanimemos, pois DEUS está conosco.

Com carinho,

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Jesus e as crianças

Confiança, dependência e humildade. Creio que essas três qualidades são as que se destacam no caráter das crianças (claro que cada criança tem sua particularidade, digo de um modo geral). E é justamente observando isso que percebo o quanto precisamos ser como elas, independente da nossa idade.

Você se lembra da sua infância? Era bom não ter preocupações, ter em quem se apoiar (geralmente nos responsáveis); enxergar o mundo com olhos curiosos, que estão sempre em busca de conhecimento; ver a vida como algo espetacular, na qual tudo é festa; e superar as lágrimas com doces, brinquedos e sorrisos. Né?

As crianças têm sensibilidade e vivem tudo intensamente. Quando querem algo, querem mesmo. Quando não gostam de determinado alimento, não gostam, e ainda choram para não comê-lo. Chega a ser fascinante observar as reações delas diante das situações em que se encontram, são sinceras.

Mas, e Jesus? Como lidava com as crianças?

Em Marcos 10:13-16 acontece algo que nos ensina várias lições:

Alguns traziam crianças a Jesus para que ele tocasse nelas, mas os discípulos os repreendiam. Quando Jesus viu isso, ficou indignado e lhes disse: “Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele”. Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou.

Nesse trecho percebemos dois grupos de pessoas: um que trazia as crianças e o outro que as repreendiam. Existem pessoas que advertem (de maneira errada) os pequeninos, e com isso os afastam dos caminhos de Deus. Precisamos atrair as crianças para perto do Senhor, ou seja, é nosso dever fazer parte do primeiro grupo, pois Jesus ficou indignado com a atitude dos discípulos, que faziam parte do outro.

Jesus adverte os discípulos e as pessoas que ali estavam, dizendo que o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes às crianças. E que quem não o recebe como uma criança não entrará nele. Subentende-se que Deus requer de nós, principalmente, confiança, dependência e humildade.

Por exemplo, a criança quando vai atravessar a rua — de mãos dadas com um adulto — não se preocupa em observar se a mesma está livre de automóveis, ela simplesmente confia naquele adulto que a está guiando. É exatamente assim que temos que confiar em Deus.

No momento em que a criança precisa de algo, não hesita em chamar pelos seus responsáveis, pois depende totalmente deles. Portanto, é assim que devemos depender de Deus: totalmente.

Não há arrogância nessas atitudes infantis, pelo contrário, é preciso humildade para confiar e depender de alguém dessa forma. Aprendamos com as crianças, então!

Enfim, ainda analisando o trecho, vemos que Jesus tomou as crianças nos braços e as abençoou. Sabe o que aprendemos com isso? Que quando confiamos em Deus e dependemos dEle (em/para tudo) com humildade, obediência e submissão, Ele nos abraça e nos abençoa.

Que através das nossas vidas as crianças sejam atraídas aos caminhos de Deus, e não afastadas. E quanto a nós, que sejamos como elas, que amam a Deus pelo que Ele é, com sinceridade.

[Nota: texto baseado nas palavras da minha querida amiga Luciana, dia 05/09 na Igreja]

Com carinho,