Cristianismo Básico – Parte 2

LEIA A PRIMEIRA PARTE AQUI

Parte2

Após examinar as evidências da divindade de Cristo, passamos agora para a parte dois da resenha e, também, para a parte dois do livro, que recebe o título ‘A necessidade do homem’. Essa parte é subdividida em ‘A realidade e a natureza do pecado’ e ‘as consequências do pecado’. Assuntos extremamente importantes para nos alinharmos à vontade de Deus.

Somente quando soubermos o diagnóstico da nossa enfermidade estaremos dispostos a tomar o remédio recomendado. (p. 80)

Em ‘A realidade e a natureza do pecado’, Stott inicia com uma apresentação d’a universalidade do pecado’. Salomão afirma que ‘não há homem que não peque’; o pregador de Eclesiastes afirma, por sua vez, que ‘não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que nunca peque’; vários salmos e os profetas também apresentam essa universalidade do pecado.

Mas, o que é pecado?

Conforme o tipo de pecado , ele é considerado de forma negativa ou positiva. Quando considerado de forma negativa, o pecado é entendido como falha ou defeito, identificado por algumas palavras como lapso, deslize ou erro. Também é retratado como fracasso ou falha ao tentar atingir um alvo. Outras o identificam com uma maldade que vem de dentro, uma disposição interna para o mal. Positivamente, pecado é transgressão. Pode ser descrito como o ato de transpor um limite, transgredir a lei ou violar a justiça. (p. 83)

Após esclarecer sobre a universalidade do pecado, o autor faz um esboço dos dez mandamentos, que – particularmente – me marcou muito enquanto eu lia. Em cada um dos mandamentos ele mostra, de forma sutil, como pecamos o tempo todo e como somos incapazes de obedecer a Deus. Sttot finaliza essa parte dizendo que ‘nada é mais poderoso para nos convencer de nossa pecaminosidade do que a sublime e justa lei de Deus’ (p. 92).

Passando agora para ‘as consequências do pecado’, vemo-nos diante das boas novas da salvação em Cristo. O resultado mais terrível do pecado é a ‘separação de Deus’. Stott cita uma belíssima frase de Agostinho:

Tu nos fizeste para ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em ti. (p. 98)

‘O pecado não somente separa; ele escraviza’, assim o autor nos apresenta uma série de exemplos disso. E, logo depois, ele nos mostra como o pecado afeta nossos relacionamentos: egoísmo, brigas por falta de compreensão e afins.

Ao finalizar esta segunda parte, chegamos à conclusão de que a condição humana é deplorável e que precisamos da graça que nos liberta de nós mesmos e que nos ajuda a controlar nosso eu: nosso Salvador Jesus Cristo. Não deixe de acompanhar o blog para conferir as outras duas partes. (Aqui você encontra o livro!)

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