Perseverança

‘… a perseverança pode vencer qualquer dificuldade.’
(Provérbios 25:15b)

 

Perseverança é palavra bonita, finíssima
Rima com esperança
Combina com confiança…

Na verdade,
Há um punhado de palavras parecidas, recheadas de ternura, que embalam o coração da gente

Dão um quê de delicadeza à vida;
Fazem florescer, bem na alma,
Bem onde parecia não haver saída

Estava pensando nos ensinamentos do Mestre e me lembrei, claramente, de suas palavras; de quando Ele nos alertou sobre as aflições deste mundo.

Encontrei beleza na palavra perseverança. Palavra difícil de praticar, palavra que, às vezes, se perde no meio do caminho, mas que deixa o coração cheio quando o faz de lar.

Em alguns momentos a vida é dura, né? E por mais que tenhamos fé, não conseguimos enxergar as circunstâncias cooperando para o nosso ‘bem’, como Paulo já disse.

No entanto — voltando às palavras de Jesus — Ele nos pede BOM ÂNIMO!

Acredito que a força que alimenta nossa perseverança vem desse ‘bom ânimo’ (não deixa de ser um ato de confiança). E tudo isso vem de Deus para que  compartilhemos uns com os outros.

Portanto, vamos perseverar! Tenhamos bom ânimo!

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Sabor de infância

Lembro-me constantemente da minha infância. Nesses últimos dias me lembrei das coisas que me faziam bem.

Aprendi, com o tempo, a não querer demais as coisas. Aprendi a enxergar gestos!

Lembro-me que, os bilhetes deixados pela minha mãe sobre a cama, enchiam meu coração de riso. Sempre carinhosa, ela transmitia algum recado por meio das palavras.

Lembro-me do apelido – carinhosíssimo, por sinal – que meu pai me deu. Tal apelido me acompanha até hoje, é um dos sabores da minha infância que não perdeu o gosto.

No entanto, como toda criança, eu também esperava presentes em datas comemorativas. Inclusive, tínhamos uma espécie de ‘ritual’ em aniversários. Nossos presentes eram deixados na ponto da cama, bem perto do pé. (Na minha cama sempre sobrava espaço, sou pequena!)

Esse gesto, por exemplo, nunca abandonará as minhas lembranças, porém, alguns dos presentes já foram esquecidos.

Aprendi, com isso, a valorizar os pequenos gestos, as manias de família, as atitudes carregadas de amor. Coisas ‘bobas’, coisas simples, mas são essas coisas que têm valor, não preço. E é exatamente por isso que não esqueço-as.

Aquilo que tem valor, gruda na alma da gente!

Trazendo isso tudo à memória, entendo um pouco do conselho de Paulo:

E tudo quanto fizerem, façam com bondade e amor. (1 Coríntios 16:14)

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