Um gosto de felicidade grande

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Se tem algo que, desde a minha infância, me encanta profundamente, é a palavra. O ato de escrever, organizar ideias num papel em alguma ordem, ou talvez, sem ordem alguma. Isso sempre me fez bem.

Eu brincava de escrever!

Comecei com cartas. As minhas amigas de infância são a prova escrita (ops, viva!) de que eu sempre amei colocar no papel — registrar — aquilo que estava transbordando no meu coração. Tenho até hoje uma caixa das cartinhas que trocávamos.

A máquina de datilografia do meu pai fazia parte da minha coleção de brinquedos. Verde, pesada, mas que me dava uma sensação de poder enorme. Não sei bem o motivo, mas quando eu “brincava de escolinha”, mesmo que sozinha, eu sempre queria ser a professora. Porém, uma professora diferente. Eu gostava mesmo era de escrever histórias para contar pros alunos, que na maioria das vezes eram as minhas bonecas.

Inventar histórias eram as minhas maiores aventuras. Pensando nisso, até corrijo o que eu disse recentemente sobre isso, que foi: “não nasci para aventuras, sou medrosa!”. Logo, percebo que eu nasci para aventuras, sim. Mas destas que não precisam — na maioria das vezes — ser fora de casa. São ótimas!

Depois de descobrir minha paixão pela escrita, me apaixonei pelos livros.

Tenho saudades do Ensino Fundamental. Principalmente da primeira escola em que estudei. Tínhamos em nossos horários semanais o “dia da biblioteca”. Que delícia! Toda semana levávamos um livro, pequenininho, para casa. Aquilo me divertia. Lembro-me que a bibliotecária era super divertida. Eu gostava tanto desse “dia”.

Os anos foram se passando e muitas coisas mudando. Continuei amando as palavras. E em meio às indecisões de vestibular, encontrei um curso que em menos de um mês posso dizer que é “minha cara”. Confesso que tive receios na escolha, por vários motivos, no entanto, estou (muito) feliz. Sei que os próximos quatro anos me reservam boas experiências, decepções, felicidades e outros, mas já posso dizer que estou fechando 2012 com chave de ouro.

Hoje eu tive um gosto de felicidade grande, inclusive. Vou deixar esse gostinho doce vivo em mim, e tê-lo como motivação para seguir.

Em tudo agradeço a Deus. Baixinho, como prece, tento expressar minha gratidão. Mas eu sei que Ele ouve os berros de felicidade do meu coração, e que só Ele ouve, só Ele entende. Isso pra mim basta!

Porque o Senhor é bom; a sua benignidade dura para sempre, e a sua fidelidade de geração em geração. (Salmos 100:5)

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